quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

TV no ataque: lentidão da transposição do São Francisco vira tema de piada de Félix e é criticada em Amores Roubados

Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
A morosidade da transposição do Rio São Francisco virou tema recorrente na teledramaturgia.
No sábado, o personagem Félix, da novela Amor à Vida, recorreu à inexistência de água na obra federal para soltar mais uma das muitas provocações.
Dirigindo-se à Amarilis, o “ex-vilão” disparou: “sua pele está mais seca do que a transposição do São Francisco. Félix é vivido por Mateus Solano e, Amarilis, por Danielle Winits.
Raphael Dias/TV Globo
Raphael Dias/TV Globo
Nesta segunda (06), na estréia da minissérie Amores Roubados, a protagonista Antônia, interpretada pela atriz ísis Valderde se queixa da demora da transposição.
Depois de depois de dois na Europa, ela retorma a Petrolina, onde a história é ambientada, e diz que nada mudou nesse período.
Em tom de lamento, observa que muito dinheiro público está sendo empregado e nenhum sinal de conclusão da obra.
Estevam Avellar/TV GLOBO
Estevam Avellar/TV GLOBO
Daqui a pouco a tal da transposição entra para o rol das lendas dos moradores do Sertão.
A saga da obra que promete acabar com a seca, mas, na verdade, pode decretar a morte do rio, vai virar tema de cordel e de forró.
A transposição do São Francisco foi iniciada em 2007, no segundo governo do ex-preisdente Lula.
Inicialmente estava orçada em R$ 5,1 bilhões. Em 2011, o valor foi elevado para R$ 6,7 bilhõess, e, em 2012, chegou a R$ 8,2 bilhões – estimativa que permanece até agora.
A entrega estava prevista para 2010. Depois o prazo foi estendido para 2012 e, atualmente, está estabelecido para dezembro de 2015.
Hoje, apenas 51% das obras estão concluídas. Trabalham nela 7,9 mil homens.

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